As vendas dos óculos inteligentes Ray-Ban Meta estão em alta, com crescimento de mais de 200% em relação ao ano passado, enquanto os headsets Quest seguem em queda — pelo segundo trimestre consecutivo. A divisão Reality Labs da Meta arrecadou US$ 370 milhões no segundo trimestre de 2025, crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2024, impulsionado exclusivamente pelo sucesso dos wearables da parceria com a EssilorLuxottica.
O desempenho contrasta com a queda nas vendas dos dispositivos Quest, que mesmo sem competição direta significativa, não conseguiram manter o ritmo pós-feriado. A CFO da Meta, Susan Li, confirmou que o aumento de receita veio dos Ray-Ban Meta, e que a demanda segue acima da oferta.
A Meta parece estar reavaliando sua estratégia de headsets XR, com foco em dispositivos mais leves e modulares, enquanto aposta alto nos wearables com assistente de IA, como o esperado Meta Celeste. O momento reforça que os consumidores estão mais interessados em óculos conectados para o dia a dia do que em headsets de imersão total — pelo menos por enquanto.
🕶️ Ray-Ban Meta ultrapassa expectativas
As vendas dos Ray-Ban Meta mais que triplicaram em 2025, de acordo com a EssilorLuxottica. Mesmo com o aumento na produção, a demanda continua superando a oferta, e novos modelos estão a caminho — como a edição limitada Oakley Meta HSTN, já em envio.
A Meta inclusive investiu € 3 bilhões na fabricante de óculos, adquirindo 3% de participação, e está considerando aumentar essa fatia. A parceria foi estendida por mais uma década, com a promessa de desenvolver gerações futuras de óculos inteligentes.
📉 Headsets Quest perdem fôlego
Enquanto isso, o desempenho da linha Quest segue preocupante. O Quest 3S teve um forte lançamento natalino, mas não sustentou as vendas ao longo do ano. Isso levou a Meta a cancelar planos para a linha Quest 4 e acelerar um headset leve com processador externo e Horizon OS.
Zuckerberg afirma que o uso da plataforma Quest segue crescendo, mas os dados financeiros mostram que a divisão está longe de alcançar lucratividade. Foram US$ 4,9 bilhões em custos no trimestre, com um prejuízo de US$ 4,53 bilhões.
🔮 O futuro é modular e com IA
Com os Ray-Ban Meta vendendo bem e o interesse por headsets imersivos esfriando, a Meta está apostando em novos formatos:
Oakley Meta Sphaera, com câmera central para vlogs
Meta Celeste, óculos com HUD e pulseira EMG para controle por gestos
O Meta Celeste, com preço acima de US$ 1.000, deve testar os limites do mercado atual. Será que consumidores pagarão caro por um óculos inteligente premium?
Enquanto os óculos Ray-Ban Meta vendem como nunca, o declínio contínuo nas vendas do Quest pode sinalizar um esgotamento do interesse em headsets de realidade virtual — ou apenas um mercado mal posicionado fora das festas.
Veja como os óculos Ray-Ban Meta estão salvando a divisão Reality Labs da Meta, enquanto os headsets Quest enfrentam queda de vendas.
Você compraria um óculos com IA como o Ray-Ban Meta ou prefere headsets como o Quest?
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