“My Monsters”: VR brasileiro une arte e saúde mental

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A Ludact, estúdio brasileiro conhecido por Unbinary, está prestes a lançar My Monsters, uma aventura de realidade virtual pintada à mão que une narrativa envolvente e reflexão sobre saúde mental. Criado com a ferramenta artística Quill VR, o jogo propõe uma jornada surreal por Onirium, onde cada ambiente e criatura é uma metáfora para desafios internos como medo, solidão e ansiedade. Acompanhado por Moti, um pequeno monstro assustado mas cheio de potencial, o jogador embarca em uma experiência que mistura quebra-cabeças, plataforma e narrativa emocional. Com lançamento previsto para 2 de outubro no Quest e Steam, por US$ 19,99, My Monsters reforça a ideia de que a realidade virtual pode ser mais que entretenimento — pode ser também um espaço para introspecção e autoconhecimento.

Uma experiência pintada à mão

O diferencial de My Monsters está em sua estética. Todo o visual foi criado com Quill VR, oferecendo a sensação de estar caminhando dentro de uma pintura viva. Essa escolha não é apenas estética, mas parte da proposta de tornar a jornada intimista e reflexiva.

Moti, seu companheiro emocional

No centro da narrativa está Moti, um pequeno monstro que acompanha o jogador. Ele aprende novas habilidades ao longo da aventura e representa a evolução emocional durante os enfrentamentos. O vínculo entre o jogador e Moti é parte essencial da experiência, trazendo uma dimensão mais pessoal à jornada.

Mais do que escapismo

Segundo Egon Ribeiro, da Ludact, a proposta é clara: “Acreditamos que a RV pode ser uma tela para introspecção, não apenas puro escapismo.” A cada monstro derrotado — simbolizando emoções e dificuldades internas —, o jogador também é convidado a refletir sobre seus próprios desafios.

Disponibilidade e preço

A versão final de My Monsters chega em 2 de outubro, disponível para Meta Quest e SteamVR, custando US$ 19,99. Uma demo gratuita já está disponível no Quest, atualizada com novas mecânicas, personagens e colecionáveis para quem quiser experimentar antes do lançamento.

Jogos que abordam saúde mental sempre geram debate: até que ponto a gamificação de temas como ansiedade e solidão pode ajudar na conscientização sem banalizar a experiência real de quem sofre com esses desafios?

🎨👾 Você jogaria um game de VR que trata de ansiedade, solidão e autoconhecimento através da arte pintada à mão?

Você acha que a realidade virtual pode realmente ajudar no autoconhecimento e saúde mental, ou deve ser vista apenas como entretenimento?

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