O estúdio Rendever, responsável pelo aplicativo MultiBrush, garantiu uma subvenção de US$ 4,5 milhões do Instituto Nacional de Saúde dos EUA (NIH) para expandir suas experiências de realidade virtual voltadas a idosos. A empresa, reconhecida por adaptar a tecnologia criativa do Tilt Brush para o ambiente multiplayer no Quest, pretende utilizar os recursos para combater o isolamento social e melhorar o bem-estar emocional de pessoas idosas em programas de cuidados domiciliares.
Desse total, US$ 3,8 milhões serão destinados ao programa Thrive At Home, que visa integrar experiências sociais imersivas ao cotidiano de quem envelhece em casa. A verba adicional financiará o desenvolvimento de uma rede de apoio em realidade virtual para cuidadores, ampliando o alcance da plataforma e sua presença no ecossistema de AgeTech e VR terapêutica.
De acordo com o comunicado da Rendever, o investimento permitirá levar a tecnologia de realidade virtual social a uma parcela maior da população idosa que vive de forma independente, mas sem apoio comunitário estruturado. A empresa já possui parcerias estratégicas com a Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, a organização de pesquisa RAND e o serviço de assistência domiciliar Right at Home.
Essas colaborações vão auxiliar a conduzir estudos clínicos e comportamentais sobre o impacto da VR em relações interpessoais, bem-estar mental e empatia entre idosos. A Rendever também continuará testando ferramentas voltadas ao apoio de cuidadores, incluindo seu recente programa de Treinamento em Demência e Empatia, que utiliza imersão em VR para promover compreensão emocional e sensibilidade no atendimento.
O CEO da Rendever, Kyle Rand, destacou que os resultados da Fase II do estudo da empresa demonstraram “o poder da realidade virtual para construir e fortalecer relacionamentos familiares à distância – até mesmo entre países”. Segundo Rand, o futuro do envelhecimento saudável passa pela integração de tecnologias que estimulem conexões humanas significativas e felicidade genuína.
Atualmente, a Rendever oferece terapia assistida por VR em lares de idosos e hospitais, e já prepara um projeto piloto beta nos Estados Unidos para avaliar o uso domiciliar da tecnologia. A empresa também anunciou a entrada de Sarah Thomas, especialista em envelhecimento e investidora em AgeTech, em seu Conselho de Administração, reforçando sua visão de crescimento e impacto social.
A iniciativa da Rendever se destaca em meio a um cenário global de envelhecimento populacional, onde solidão e declínio cognitivo se tornaram desafios centrais para a saúde pública. O uso de realidade virtual como ferramenta terapêutica tem mostrado resultados promissores, oferecendo experiências que reduzem o isolamento e estimulam a neuroplasticidade emocional em idosos.
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