Meta revela headsets com campo de visão de 180°

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Imagine um headset de realidade virtual que permita ver o mundo quase como se fosse com seus próprios olhos, com um campo de visão de 180° — o dobro do que os dispositivos atuais oferecem. Essa é a nova proposta dos pesquisadores da Meta, que apresentaram dois protótipos de headsets XR com um campo de visão ultra-amplo em um formato surpreendentemente compacto. Revelados antes da conferência ACM SIGGRAPH 2025, os dispositivos — um focado em VR e outro em MR — usam uma nova ótica chamada de polarizadores reflexivos de alta curvatura.

O objetivo? Elevar drasticamente o grau de imersão sem comprometer o tamanho ou a ergonomia. O headset de realidade mista ainda conta com câmeras de 80MP a 60 FPS para uma experiência de passagem realista e ampla, permitindo até que o usuário tenha consciência periférica de objetos fora do campo direto de visão — como alguém sentado ao lado ou um lanche no colo.

Será esse o futuro dos headsets Meta, ou apenas mais uma vitrine de P&D sem lançamento garantido? O debate está lançado.

A Meta anunciou dois novos headsets experimentais desenvolvidos pelo Reality Labs Research:

Headset de Realidade Virtual (VR) — Utiliza tecnologia de polarizadores reflexivos de alta curvatura para atingir um campo de visão horizontal de 180°, o dobro do oferecido por modelos como o Quest 3 (cerca de 100°), mantendo um formato compacto e leve, comparável a óculos de proteção.

Headset de Realidade Mista (MR) — Reaproveita o mesmo design, mas adiciona quatro câmeras de passagem que somam 80 megapixels e capturam vídeo a 60 FPS, permitindo uma visualização periférica realista e imersiva do ambiente físico.

Ambos os modelos usam um sistema de rastreamento similar ao antigo “Constellation”, o que facilita iterações rápidas em laboratório. A promessa: entregar experiências XR com maior consciência espacial, sem comprometer o conforto do usuário.

Apesar da empolgação, a Meta já exibiu diversos protótipos promissores ao longo dos anos — como headsets varifocais em 2018 — que nunca chegaram ao mercado. O CTO Andrew Bosworth já declarou que campos de visão mais amplos implicam em sacrifícios de peso, bateria e custo. Ainda assim, a nova pesquisa pode reabrir esse caminho dentro da linha Quest.

Os headsets da Meta prometem realismo e imersão nunca antes vistos. Mas será que o consumidor comum está disposto a pagar mais, carregar mais peso e lidar com menor duração de bateria só por um campo de visão mais amplo?

Você usaria um headset mais pesado e caro só para ter visão periférica imersiva? Comente abaixo e siga para mais novidades sobre o futuro dos wearables XR.

Você já pensou como seria a XR com um campo de visão tão amplo quanto o dos seus olhos?

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